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      <title><![CDATA[Refletindo - specere.webnode.page]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Aug 2013 17:41:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[SER AVÓ]]></title>
         <link>https://specere.webnode.page/news/ser-avo/</link>
         <description><![CDATA[
	Há um momento na vida em que olhamos para trás e observemos todo o caminho percorrido.Não com saudades ou arrependimentos vãos. Apenas olhamos para observar qual foi o trajeto que nos trouxe até ali.

	Nesses momentos, vemos que na verdade, muito pouco fizemos coscientemente, mais do simplesmente escolher entra algumas opções qual o caminho seguir. A vida coloca o chão e vamos escolhendo as veredas, às vezes sem nem nos darmos conta disso. A sesação que tive foi, de início, achar que nada...]]></description>
         <pubDate>Wed, 14 Aug 2013 17:41:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[FANTASIAS]]></title>
         <link>https://specere.webnode.page/news/fantasias/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;&nbsp;&nbsp; Meu bebê ia fazer dois anos. Quer uma festa? O que quer de aniversário? “Boio” “Boia” e um “Paiaço”... no dia da festa, ela estava feliz. Os olhinhos brilhando com as colas coloridas, os doces, os brinquedos...Até que apareceu o palhaço.
&nbsp; &nbsp;&nbsp;Parecia filme de terror: se escondeu embaixo da mesa, chorava alto, para nosso desespero. Do nada havia surgido aquele ser fantasiado, todo desengonçado, de quem todos riam menos ela.
&nbsp;&nbsp;&nbsp;...]]></description>
         <pubDate>Thu, 20 Jun 2013 15:08:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Refletindo]]></category>
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         <title><![CDATA[A CURIOSIDADE MATOU O GATO]]></title>
         <link>https://specere.webnode.page/news/a-curiosidade-matou-o-gato/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
&nbsp;
Quando eu ouço esse velho ditado sempre fico imaginando tudo o que um curioso consegue fazer , com sutileza, para satisfazer sua curiosidade. Não raras vezes, são cenas engraçadas porque o curioso precisa sentir-se informado e controlando alguma situação, mas ao mesmo tempo deseja que ninguém perceba essa sua necessidade. Portanto, acaba agindo como um espião, entre o ganhar a informação mas de forma mais discreta possível.
O mesmo controle que ele deseja ter, imagina que outros...]]></description>
         <pubDate>Mon, 10 Jun 2013 23:39:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[AS CANÇÕES QUE VOCÊ FEZ PRA MIM]]></title>
         <link>https://specere.webnode.page/news/as-can%c3%a7%c3%b5es-que-voc%c3%aa-fez-pra-mim/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;&nbsp; Eu tinha 3 meses de idade. Nasci pequena e doente. A mãe, sozinha e desamparada, comigo no colo numa metrópole, procurava emprego. Eu consegui fazê-la conseguir o emprego. E ganhei o maior presente da minha vida.
&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ela bateu no portão daquela casa fina, num bairro elegante de S.Paulo. Na época, já começava esfriar e eu estava enrolada numa mantinha fina. A dona da casa atendeu. Sua filha, uma senhora de cerca de cinquenta anos também...]]></description>
         <pubDate>Fri, 10 May 2013 17:51:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[PORQUE OS BONS MORREM JOVENS?]]></title>
         <link>https://specere.webnode.page/news/porque-os-bons-morrem-jovens-/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando me casei, levei dois homens para casa. O marido e seu irmão caçula, de quem ele cuidou desde pequeno, depois da separação dos pais. Não tínhamos muita diferença de idade,&nbsp; eu e meu cunhado, mas também o tratava como meu irmão mais novo.
&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ele tinha adoração pelo irmão, que lhes fez as vezes de pai. Porém, pela dependência química instalada na nossa família, meu jovem irmãozinho desenvolvia as características comuns aos filhos...]]></description>
         <pubDate>Fri, 26 Apr 2013 19:24:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[A MALDIÇÃO]]></title>
         <link>https://specere.webnode.page/news/a-maldi%c3%a7%c3%a3o/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;&nbsp;&nbsp; Isso aconteceu lá no início do século 20. Numa cidadezinha perdida no centro do Brasil. Uma garota se apaixonou. O problema é que o alvo de sua paixão era casado e cheio de filhos.
&nbsp;&nbsp;&nbsp; Naquela época, apenas a paixão já deixaria a moça numa situação muito difícil. O problema a seguir é que ela não mediu consequências. Paixão tem disso: deixa aquele que dela padece com um parafuso a menos e coragem demais. Como os bêbados, só que se...]]></description>
         <pubDate>Mon, 15 Apr 2013 21:25:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Refletindo]]></category>
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         <title><![CDATA[IDEOLOGIA - EU QUERO UMA PRA VIVER]]></title>
         <link>https://specere.webnode.page/news/ideologia-eu-quero-uma-pra-viver/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;Eu era criança ainda, quando perguntei a um professor porquê todos os presidentes do país eram militares. Numa aula aberta, com várias classes. E não entendi por que ele desconversou e a auxiliar de direção o olhou daquele jeito. Eram os tais anos de chumbo.
&nbsp;&nbsp;&nbsp; Lá em casa se dizia que política não era coisa que se comentasse. Que o filho não sei de quem se meteu em política e sumiu. Pra mim, política era...]]></description>
         <pubDate>Wed, 10 Apr 2013 02:54:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Refletindo]]></category>
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         <title><![CDATA[ATO FALHO]]></title>
         <link>https://specere.webnode.page/news/ato-falho/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;
&nbsp;
Ato falho é coisa que nos expõe ao mais absoluto ridículo. Como se a alma de uma hora para outra fosse se rebelar e entrasse em greve, nos deixando na mão bem quando gostaríamos de fazer bonito.
&nbsp;&nbsp;&nbsp; Eu tinha uma amiga que sofria violência doméstica. O marido era um algoz, sempre batendo, humilhando, e a cada agressão ela vinha chorosa e jurava: “Dessa vez eu me separo do Anselmo!” Dali há poucos dias ela mudava...]]></description>
         <pubDate>Mon, 01 Apr 2013 02:00:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Refletindo]]></category>
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         <title><![CDATA[A DEMÊNCIA E OS VISITANTES]]></title>
         <link>https://specere.webnode.page/news/a-dem%c3%aancia-e-os-visitantes/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;
&nbsp;&nbsp;&nbsp; Minha avó de criação tinha uma cunhada senil. Quando essa família me adotou, minha “mãe” já passava da meia idade. Cresci emtre pessoas muito idosas. Era comum ouvir: “Você viu, menina? A Amelinha está com arterioesclerose...” Eu achava que arterioesclerose deveria ser uma coisa muito mais feia que o bicho papão. E achava divertido visitar a cunhada da vovó. Ela no mínimo era mais animada e o papo era parecido com o do Chapeleiro Maluco, da Alice no País...]]></description>
         <pubDate>Mon, 01 Apr 2013 01:34:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Refletindo]]></category>
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         <title><![CDATA[ENGLISH TEACHERS ]]></title>
         <link>https://specere.webnode.page/news/english-teachers-/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;

Estavam num boteco da Avenida Ipiranga, entre a Avenida São João e a Praça da República, três colegas, professores de inglês.
Estavam lá, conversando, relaxando após um dia de trabalho. Relaxavam, rindo e tomando cachaça. Cachaça Velho Barreiro com limão, e cerveja para quebrar o gelo.

O mais velho, contava com 50 anos de idade mais ou menos. O segundo, 30 e o terceiro ia completar 21 dali 3 meses. Era o mês de abril de 1982.

Iam sempre para a mesma estação do metrô, a República. O...]]></description>
         <pubDate>Fri, 29 Mar 2013 00:05:00 +0200</pubDate>
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